26 março, 2008

... calma aparente ...



Anita Malfatti
mulher no espelho
(1925)

4 comentários:

um Ar de disse...

Então, o assunto é espelhos...

Sobre os espelhos, a minha mãe dizia que eu era uma incurável narcísica! Imagine-se...

Nunca percebeu.

Em miúda, precisava da companhia do espelho, para não me sentir sozinha no quarto [a minha irmã tinha horários completamente diferentes dos meus].

Mais tarde, vestir-me e despir-me em frente a espelhos, diariamente, é a forma de me habituar às variações do corpo, sem grandes sustos [talvez com uma calma aparente?!] e sem depender da opinião dos outros, não importa quem.

De resto, não preciso de espelhos para mais nada. Por fora, reconheço-me sempre, sem precisar de emitir juízos de valor.

Por dentro, isso, é outra história!:)

[BEIJO]

Anónimo disse...

Este espelho ñ é "côncavo" alguns são,,,distorcem a imagem e ñ é por acaso q nos deparamos no dia-a-dia com tanto desafecto(trato o OUTRO como me vejo ao espelho!

Um abraço:pandorabox

herético disse...

espelho meu, espelho meu!...

Justine disse...

E como apetece, às vezes, passar para o outro lado do espelho...

E já que a senhora sua prima me deu licença para entrar em casa alheia, e gostei, vou voltar mais vezes:))