09 novembro, 2008

árvores sem tempo





Shchukin, Y.
trees of autumn
(2008)



Paulo de Carvalho, flor sem tempo (1971) [aproveitem também para verem a lindíssima Ana Maria Lucas]

15 comentários:

cristal disse...

É mesmo sem tempo... como a saudade! Este fim de semana foi uma viagem pelas saudades, mas foi bom. Bj

Vieira Calado disse...

Obrigado pela partilha.

Duarte disse...

Aí estão, aqui ficam, para contemplação de gerações.
Enfrente de casa tenho um eucalipto ao que chamam "El Abuelo", suportou ventos e tempestades e resistiu. Estão a fazer as obras da ampliação do Metro e não o vão tocar, tem identidade.
Se entras em amigos de Benimamet aí o verás com os seus filhotes, hoje tão grandes como ele.
Música doutro tempo mas bela.

:)))

Beijinhos

Anónimo disse...

Tão novinho !
(Na altura eu olhava com grande sobranceria para as actividades festivaleiras...) Mas lá que a dita Lucas era muito bonita, era !
E belas são as suas árvores de Outono.
:))) José-Carlos

intimidades disse...

adoro as cores lindas

Jokas

Paula

Osvaldo disse...

Olá Mdsol;
Lindo quadro de Shchukin, que sou sincero, não conheço, mas que guarda traços do impressionismo (Claude Monet) e um pouco de Sizley.
É sempre gratificante ver que as Belas-Artes têm os seus seguidores na defesa do puro lado cultural.
Obrigado Mdsol
bjs

Juani lopes disse...

no te preocupes, yo tambien ando con mucho trabajo, que pases na felzi semana
saluditos

Anónimo disse...

Estas e outras cores ainda mais bonitas, vi eu há dois dias nas nas árvores.
Não a ver, mas a sentir por telepatia...
Ky

Véu de Maya disse...

Bela revisão...Paulo de carvalho e Ana Maria Lucas...como o tempo passa...hem haja po recordar estas doces lembranças...

abraços

Anónimo disse...

Ai o tempo! Ai o tempo e ai de nós com o que dele fazemos...mesmo quando mais não podemos! Mais ainda quando no amor falhamos. O que dói na ausência, maior o estrago com o acrescentar da culpa..de mais não poder.
((quanto mim`, em pouco tempo, de ardentes expectativas passei à tola insegurança; 'amigos' (da onça)a acicatar com cançonitas em espanhol e mil beijinhos de doutas senhoras (longe de onde eu pudesse estar)ainda mais a espicaçar. Não terão sido tantos assim (beijinhos), o que deve ser ainda pior)).

Pois... o tempo, só as árvores nas intempéries permanecem incólumes (por vezes não). E eu que me tinha por inabalável!...a vida tem coisas...e está instalada minha primeira crise de insegurança.
Culpa do Tempo e vicissitudes (e nós perdidos sem tais virtudes).

Se Promessa tem poder do Tempo
perdido redimir,
a minha hei-de cumprir.
Nada me vai impedir.
(para quem...ele sabe).

***

Justine disse...

Lindos, fresquinhos, em primavera...
Agora é mesmo Outono...mas de belas cores:))

Mr. Lynch disse...

Mdsol;
Excelente imagem...
Onde estão as cores do Outono que este ano busco sem as encontrar?

~pi disse...

folha - cobertor - cor

onde se embrulham

líquidas

línguas de

pássaros

( leito amar elo

( quase ver melho

de

quá ´´se - quá ´´se :)




~

Multiolhares disse...

as cores podem ser a que a imaginação permitir, apesar de estarmos no Outono
beijos

heretico disse...

e a Mimi? aquela que dançava só para mim?... rss