28 julho, 2010

calor







Ledgerwood, Judy
hot sun cool shade
(2010)










VERÃO

Era verão, pela varanda entrava
a madura ondulação do trigo,
o grito lancinante dos pavões,
o cavalo na sombra ardendo em cio.

Eugénio de Andrade, pequeno formato, 25


F. Mendelssohn, sonho de uma noite de verão, (abertura) - Direcção de René Leibowitz

12 comentários:

Henrik disse...

Ultimamente é mais o grito lancinante dos corpos acalorados...

ariel disse...

Uma caloraça Maria do Sol, tenho tido uma grande sorte, um tempo magnifico para quem está de férias.
:)))

luisa disse...

Esteja o calor que estiver, os cenários do Branco no Branco refrescam-nos sempre.

Francisco de Sousa Vieira Filho disse...

Poucos espaços na blogosfera casam tão bem imagem, som e palavra... vir aqui é buscar alimento rápido, mas refinado de arte de nível em diversas expressões...

Rogério Pereira disse...

Eu,
génio,
também gosto de Andrade...
No Verão
(ou em qualquer outra estação!)

Zélia Guardiano disse...

Pequeno poema em quatro versos e um encantamento incomensurável...
Você não erra nunca, minha querida amiga mdsol!
Grande abraço!!!

lino disse...

Ufff!!! :D

intimidades disse...

adoro o calor, a praia,
ate adoro reclamar do calor

Beijos

Paula

jrd disse...

Palavras de fogo.

JE VOIS LA VIE EN VERT disse...

Querida Mdsol,

Neste momento em Portugal, as noites não são bem "sonhos de uma noite de verão" mas antes uns pesadelos por causa do calor que se tem que suportar e os incêndios que estragam a natureza e põem em risco a vida das pessoas.
Mas gostei de ouvir o Mendelssohn !
Beijinhos
Verdinha

Daniel Santos disse...

demasiado quente.

Carlos Barbosa de Oliveira disse...

Eu ia comentar, mas acidentalmente li o comentário da luísa e opto por fazer minhas as palavras dela, para não me repetir.