01 março, 2010

fronteiras do meu planeta

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Szaggars, S.
pronounced boundary
(2008)



Enigma, silence must be heard

Look into the others eyes, many frustrations
Read between the lines, no words just vibrations
Don't ignore hidden desires
Pay attention, you're playing with fire
Silence must be heard, noise should be observed
The time has come to learn, that silence ...
Silence must be heard
Or diamonds will burn, friendly cards will turn
Cause silence has the right to be heard
People talk too much for what they have to say
Words without a meaning, just fading away
Silence must be heard, noise should be observed
The time has come to learn, that silence ...
diamonds will burn, friendly cards will turn
Cause silence has the right to be heard

[Não sou de simplificações. Mas, para facilidade de conversa, estou do lado em que a pluralidade é estimada. (isto é um desabafo muito micro). :)))]

10 comentários:

João Menéres disse...

Qualquer dia preciso de ser tocado pela inspiração...

Um beijo.

jrd disse...

Lá nos encontramos. :)

ariel disse...

Muito bem, muito oportuno.Gosto.
Beijinho.
:))

arabica disse...

...micro micro sonhado macro? :)


Beijos, Solinho!

poetaeusou . . . disse...

*
a pluralidade dói,
a quem a quer muito longe ...
,
conchinhas,
,
*

Justine disse...

Estou exactamente do mesmo lado!
Beijo

susana disse...

Yep!

Anónimo disse...

eu (com letra minúscula mesmo), que até apareço por aqui em silêncio, vou solidarizar-me com quem estima a pluralidade. É que esta nem sempre dói como parece pensar o 'poeta'. Há pluralidade que rompe com os esquemas pré-definidos, que constrói novos caminhos, onde outro modo de estar deixou de fazer sentido.

Há pluralidade que liberta, onde outra forma de estar impede a vida - como bem sabemos existir.

"Tornar-se adulto é ter a coragem de se contar como alguém múltiplo e contraditório, um habitante do território das possibilidades". E.Brum

A imagem musical que me vem à mente nesse sentido, é a do barroco; na base e sustentando aquele rendilhado de notas que imprimem identidade à obra, o baixo contínuo. Sereno, constante, confiável. E tão agradável de se ouvir..

parece fazer eco com tudo o que nos é comum, a todos...

Pensando bem, até pode ser que doa - deixar morrer e permitir que o novo nasça, não parece ser algo inócuo. A quem acarinha esta tarefa. Não, não é inócuo, de todo.

Afinal, essa afinidade com o baixo contínuo também imprime identidade...

Rogério Pereira disse...

Venho aqui hoje (e virei mais vezes)

Gosto de poemas e de andar com poetas. Lá, no meu blog, só tenho versos e canções em dias de festa. Aqui, a festa é todos os dias. Festa serena (mesmo se de raiva) e a cores.

Voltarei...

lino disse...

:))