12 dezembro, 2009

frio quente






Stefano, F. de
cold light
(2007)



A luz deste sábado frio aclara e espevita memórias quentes do meu tempo ingénuo vivido em terra fria e seca quando tudo era possível no futuro do verão.  
Gosto do rigor e da clareza deste frio franco, directo e competente.


Jan Garbarek & The Hilliard Emsemble, O salutaris Hostia,  de Pierre de la Rue, do cd Officium

8 comentários:

observatory disse...

areia de mais? nao acredito :))))

poe os sentidos a funcionar

apenas isso

beijo

cesar

Graça Pimentel disse...

Obrigada por me lembrares a "terra fria e seca" onde passei tantos Natais tão lindos.

Beijinho

A.S. disse...

A exacta precisão das tuas palavras!!!
Que bom voltar a encontrar-te... tinha saudades!

Beijos!
AL

Carlos Barbosa de Oliveira disse...

Sou mais de climas quentes, embora tenha nascido em terra húmida. Não gosto do Inverno e estou sempe ansioso que cheguem as luzes de Abril e Maio.
Não ligue... Copenhaga no Inverno deixa qualque um deprimido. Com ou sem Cimeiras.

lino disse...

É um dos álbuns mais extraordinários que possuo, e são mais de cinco mil :))

Tia_Cunhada disse...

Pois eu cá gosto das roupas fofinhas que este frio me obriga a vestir :-)

Um beijo quentinho

bettips disse...

Ainda ontem (tb)passei por ti... temos amigos comuns. Felizmente não "ornamentamos" em arco e balão e estrela, a não ser os pensamentos tão soltos!
É encantador
o teu gosto pela pintura e como ela fala,
de ti, do que sentes.
A luz relembra e sim, é rigorosa mesmo quando mostra os caminhos de longas ruas para o liceu, no Outono.
Tudo era mesmo possível.
Bjinhos, já te passou outro sábado...

heretico disse...

glacial. como diamante puro!

beijo