(é este o chão que nos foge para o futuro)
vivem-se em ritmo interior com umas lentes,
que de fora nos impõem estilo duro.
De eficácias e realismos dourados,
chegam miragens que alimentam ilusões,
de oásis em desertos confirmados,
com o poder que podem os saltitões.
E só se salva quem saltar sem tom nem som,
viver de "jás" em prisões de quantidade,
lado de fora de quem ama a liberdade
radical de ir ao fundo, de estar com.
Nestes saltos sobressaio incapaz.
Quero o contrário de ZAP(ing) que é PAZ!
S/D (escrito há bastante tempo, mas não antes da proliferação dos comandos remotos...)
vivem-se em ritmo interior com umas lentes,
que de fora nos impõem estilo duro.
De eficácias e realismos dourados,
chegam miragens que alimentam ilusões,
de oásis em desertos confirmados,
com o poder que podem os saltitões.
E só se salva quem saltar sem tom nem som,
viver de "jás" em prisões de quantidade,
lado de fora de quem ama a liberdade
radical de ir ao fundo, de estar com.
Nestes saltos sobressaio incapaz.
Quero o contrário de ZAP(ing) que é PAZ!
S/D (escrito há bastante tempo, mas não antes da proliferação dos comandos remotos...)
imagem: Picasso, Cara e Pomba
2 comentários:
Ainda bem que voltaste à eloquência discursiva.
Fazia-me falta!...
Bj
oh minha linda "um ar de":
quanto muito escrita terapêutica...
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