16 março, 2009

nova corrente, nova viagem

Hughes, P.
reading between the lines
(2007)


A corrente "pág. 161, 5ª frase" voltou ao branco no branco, agora através da Leonor Barros do Delito de Opinião (grande superfície da blogosfera mas onde tratam o cliente como no bom comércio tradicional).
As regras deste desafio já são por aqui conhecidas: pegar no livro mais à mão e transcrever a 5ª frase da página 161.
[Sem ondas... Mas confesso que os três primeiros livros em que peguei, porque os tenho mesmo aqui ao lado, não chegavam à página 161. Lá me levantei... Primeiro livro que tiro da estante... na página 161 um enorme diagrama. Segundo livro ... página 161 é daquelas tipo separadores que têm só uma frase... Terceiro livro... já nem sei... Deitei então mão ao mais gordinho dessa fila da estante ... sempre arriscava menos ... "Todos os poemas" de Ruy Belo, Edição da Assírio e Alvim. Sabem que mais? Foi por um triz... Tem o primeiro poema ("Relatório e Contas") de "O testamento de Elvira Sanches" incluído no "Boca bilingue"... A página 160 é uma página mesmo em branco ...]

Aí vai: (do poema: Relatório e Contas, Ruy Belo)

"Tens retiradas hábeis, sabes como
a maçã se arredonda e se rebola à volta do que rói"

E a bola vai para:
tinta permanente - coisas do arco-da-velha
Fernando Vasconcelos - diz que não gosta de música clássica?
Luís Cardoso da Fonseca - o natural de Barrô
Osvaldo - mau triste e feio
Francisco Clamote - terra dos espantos
Mr. Lynch - the second dream of the high-tension line stepdown transformer

Meninos, façam o favor de andar rapidinho!

Meninas, ando a poupar-vos... :))

(Depois de publicar o post reparei que, em vez dos cinco blogueiros pedidos, coloquei seis... Herrar é umano... e agora não vou tirar ninguém, não é?)

10 comentários:

Francisco Clamote disse...

Que trabalheira, MDSOL! Qualquer dia, vingo-me. Saudações cordiais.

Osvaldo disse...

Olá Mdsol:
Interessante que hoje é a segunda vez que respondo a essa questão do livro e como já disse num outro blog, ontem à noite peguei um livro ao acaso e saiu-me um que já tinha lido no inicio dos anos 80 e que tem por titulo; "Le retour de Martin Guerre", de Daniel Vigne e que diz na 5° frase da página 161, o seguinte;

"Quant à Arnaud, il avait quelque chose à gagner dans son établissement à Artigat car l'héritage de Martin Guerre était plus coquet que le sien..."

Desculpa lá ser em francês mas é em verdade o livro que reli e com prazer e terminei no final da tarde para possivelmente amanhã ler um outro, quem sabe em português...

Espero ter participado correctamente, embora ainda não tenha compreendido o "cerne" do jogo.

bjs, Mdsol
Osvaldo

Arabica disse...

Um destes dias ofereço-te uma foto.

António Torres disse...

Eheheheh
Ele ha cada uma...
Pag. 161, 5a frase:
- e vai comecar a fuzilar os chefes comunistas, antes mesmo que haja revolta?- perguntou.

A continuacao jah eh a 6a frase, por isso nao digo.
Livro: a condicao humana, Malraux, livros do brasil.
:)))
Aquele eh que era um chefe militar avisado...
Rsrsrsrsr

Leonor disse...

Fantástico! Adorei a nossa definição :-)

heretico disse...

andas feliz nestes jogos. confessa... rss

beijo

Carlos Barbosa de Oliveira disse...

Como clinte do comércio tradicional do blogobairro e com uma lojita no centro comercial, achei esta deinição do dlito de Opinião fantástica!

O natural de Barrô disse...

"Nunca tive medo dele porque sempre soube que também ele é um pobre e solitário caçador de cães velhos."

" A chuva amarela ", de Julio Llamazares,Trd.António José Massano, Ed. Terramar,1991

Donnola disse...

bolas pro comercio tradicional: fui ao mercado do bom sucesso e aquelas almas já tão refeitas do susto asae: n têm preços afixados, vai pela cara da cliente? ora não ponho lá mais os pés!

tinta permanente disse...

Eu vou-me aproveitar do erro e colocar-me em sexto; isto para não fugir à regra de não criar, manter, fomentar correntes, prémios e outras coisas similares que abundam na blogosfera. Por princípio agradeço as visitas que me fazem e visito, com prazer e amizade, os blogues que assim me fazem sentir e pensar.
E, depois disto, só me resta pedir desculpa por não ser nenhum dos, de facto, cinco...

abraços!