14 fevereiro, 2010

silêncio

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Lahey, J.
orchid 
(2009)







Fez 90 anos no dia 10. Foi hoje embora, o meu querido tio A.

24 comentários:

mena m. disse...

Um beijinho, Solinho!

Maria disse...

Abraço-te.
(e saio devagarinho.)

Luis Filipe Gomes disse...

Verdadeiramente não terá ido e será presença da tua memória, e força e alento se deles necessitares.
Penso em ti e desejo-te a doçura do apaziguamento e da serenidade.
luis

Mónica disse...

tenho um tio A. um pouco mais velho, está lentamente a deixar de trabalhar, e ainda há tanta coisa para lhe perguntar.

um sorriso para ti

maloud disse...

Um beijinho.

anamar disse...

A ternura dos 90, esvaiu-se...
beijos doces, maria do sol.
Ana

Justine disse...

Um beijo especial, fazendo-te companhia neste dia cinzento por dentro e por fora

jrd disse...

silêncio que se respeita

intimidades disse...

beijinhos

Paula

lino disse...

Abraço forte.

ariel disse...

Um abraço forte Maria.

Daniel Santos disse...

um sentido abraço.

Carlos Barbosa de Oliveira disse...

Um bijinho MD Sol

Carminda Pinho disse...

Abraço grande, amiga.

Blondewithaphd disse...

E fazes-lhe um silêncio tão sublime...

O Puma disse...

Já apaguei a lareira

para não ouvir o lume

Bj

Tia_Cunhada disse...

Abraço com carinho...

Torquato da Luz disse...

Um bj solidário, cara Mdsol.

JPD disse...

Que fique em paz.

Saudações

susana disse...

A minha ternura para sempre que necessitar.

Carlos Pires disse...

Carta aos amigos mortos

Eis que morrestes – agora já não bate
O vosso coração cujo bater
Dava ritmo e esperança ao meu viver
Agora estais perdidos para mim
- O olhar não atravessa esta distância -
Nem irei procurar-vos pois não sou
Orpheu tendo escolhido para mim
Estar presente aqui onde estou viva.
Eu vos desejo a paz nesse caminho
Fora do mundo que respiro e vejo.
Porém aqui eu escolhi viver
Nada me resta senão olhar de frente
Neste país de dor e incerteza.
Aqui eu escolhi permanecer
Onde a visão é dura e mais difícil

Aqui me resta apenas fazer frente
Ao rosto sujo de ódio e de injustiça
A lucidez me serve para ver
A cidade a cair muro por muro
E as faces a morrerem uma a uma
E a morte que me corta ela me ensina
Que o sinal do homem não é uma coluna.

E eu vos peço por este amor cortado
Que vos lembreis de mim lá onde o amor
Já não pode morrer nem ser quebrado.
Que o vosso coração que já não bate
O tempo denso de sangue e de saudade
Mas vive a perfeição da claridade
Se compadeça de mim e de meu pranto
Se compadeça de mim e do meu canto.

Sophia de Mello Breyner Andresen, "Livro Sexto"

virita disse...

Uma visita minha,depois tanto tempo ausente, e deparo-me com uma grande tristeza...Um abraço

mdsol disse...

Muito obrigada a todos. Era, de facto, um tio muito querido. Um homem bom, delicado, terno, com uma sensibilidade rara, de quem eu gostava muito.

Estou triste, mas está tudo muito bem.

:)

Ana Paula Sena disse...

:( Silêncio, querida md(Sol).

Um beijinho grande :)