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23 março, 2010

xiiiiiii, ao tempo que eu não ouvia isto (1)

.

Sergio Endrigo, canzone per te (1968)


La festa appena cominciata
È già finita
Il cielo non è più con noi
Il nostro amore era linvidia di chi è solo
Era il mio orgoglio la tua allegria

È stato tanto grande e ormai
Non sa morire
Per questo canto e canto te
La solitudine che tu mi hai regalato
Io la coltivo come un fiore

Chissà se finirà
Se un nuovo sogno la mia mano prenderà
Se a unaltra io dirò
Le cose che dicevo a te

Ma oggi devo dire che
Ti voglio bene
Per questo canto e canto te
È stato tanto grande e ormai non sa morire
Per questo canto e canto te

E quem não suspirou muito que suspire agora que mais vale tarde do que nunca e sem sentimentos de culpa porque isto não há-de ser só suspiros sinfónicos, jazzistícos, interventivos ou coisas assim menos  directamente ligadas ao tic-tac básico da nossa bombinha que faz circular o sangue e portanto faz com que o oxigénio chegue ao corpo todo ...

:))))

22 dezembro, 2009

rain & tears





Yan, L.
rain
(2008)
[trabalho em papel]









 
Aphrodite Child, rain and tears

Do que eu me fui lembrar, não é? Música de constituir família. A voz cheia de requebros. Tremelicante e falsamente desesperada. Tudo bem. Aceito tudo isso e mais que venha. Mas... Ah! Quem nunca a dançou? Quem não tremelicou ao dançá-la? Quem ... Do que me fui lembrar, não é?

15 dezembro, 2009

claras recordações iluminadas








Corse, M.
white light painting
(1990)








A camisola do dia

Amor, eu me lembro ainda,
Que era linda, muito linda,
Um céu azul de organdi,
A camisola do dia,
Tão transparente e macia,
Que dei de presente a ti,
Tinha rendas de Sevilha,
A pequena maravilha,
Que o teu corpinho abrigava,
E eu, eu era o dono de tudo,
Do divino conteúdo,
Que a camisola ocultava.

A camisola que um dia,
Guardou a minha alegria,
Desbotou, perdeu a cor,
Abandonada no leito,
Que nunca mais foi desfeito,
Pelas vigílias do amor....


Maria Bethânia, a camisola do dia

14 julho, 2009

se lou





Gray, C,
release 3
(2004)









Engelbert Humperdinck , please release me

Please release me, let me go,
For I don't love you anymore.
To live a lie would be a sin.
Release me and let me love again.

I have found a new love, dear.
And I will always want her near.
Her lips are warm while your's are cold.
Release me, my darling, let me go.

Please release me, let me go,
For I don't love you anymore.
To live a lie would be a sin.
So release me and let me love again.

Please release me can you see
You'd be a fool to cling to me
To live a lie would bring us pain
Release me and let me love again
(let me go, let me love)

[Também não é propriamente o meu momento Tony Carreira. Vá lá, concedam que dançaram uns slows ... adiante...:))))]

29 março, 2009

ai ai




postal de parabéns no dia em que fiz 16 anos (1970). se a música do postal se ouvisse certamente não andaria longe da canção que está aí em baixo na voz da Melanie. Ó pra mim a ficar nostálgica. Ó pra mim a "adolescentar" ... ai ai! (suspiros, muitos)!!!





Melanie, ruby tuesday

[o estímulo, ou motivo próximo, como queiram, (rsrsrsr) para eu prantar aqui esta relíquia, chega dos meninos e das meninas do delito de opinião que mantêm por lá, entre outras, uma "rubrica" muito interessante chamada "passado presente" (já vai no XLIX)].

ATENÇÃO: eu não faço anos hoje... rsrsrs por acaso não falta muito, mas o dia não é, sequer, este mês ... :)))))