Embora o portátel ande sempre comigo é tempo de espairecer por aí. Já sei que vou ter saudades: levo-as todas para que não fique nenhuma por aqui. Até muito breve. Portem-se mal! :))))
[Ah! as senhoras dorminhocas cá aparecerão pontualmente ao sábado de manhã]
E vão 100! Número que me permite a liberdade de colocar este "Lempicka", mesmo não sendo seguro que a senhora esteja a dormir. [Outras Lempickas aqui publicadas].
Martinho da Vila, mulheres
E, para festejar o número redondinho, hoje também há música!
[Aceitam-se sugestões musicais mais adequadas]
É inevitável não me lembrar da Um Ar De, que entendeu de imediato o sentido do "sábado de manhã" e da Justine, da Juani, da Tinta Azul, do Duarte ... que a seguiram e, assim, me levaram a continuar. Depois, mais gente chegou, e aqui estamos todos, 100 sábados depois daquele em que acordei tarde e más horas, estremunhada e com sentimentos de culpa, de tal modo que o confessei publicamente. O sábado de manhã (1) aconteceu sem a intencionalidade que foi ganhando. Hoje também sei programar a hora de entrada dos post e, acorde cedo ou tarde, a senhora dorminhoca faz parte das minhas obrigações blogueiras. A senhora dorminhoca ganhou vida própria e aparece independentemente do que se dorme por aqui. Bom sábado, bons sonhos.
Vou arejar uns dias. Voltarei aqui sempre que for possível. As meninas de sábado de manhã estão alinhadinhas e, portanto, não faltarão à chamada. Vou espreitando por aí mas quase sem deixar rasto! Até muito breve.
Abraços e beijinhos :))))
Língua;
língua da fala;
língua recebida lábio
a lábio; beijo
ou sílaba;
clara, leve, limpa;
língua
da água, da terra, da cal;
materna casa da alegria
e da mágoa;
dança do sol e do sal;
língua em que escrevo;
ou antes: falo.
Oh no
Here comes that sun again
That means another day
Without you my friend
And it hurts me
To look into the mirror at myself
And it hurts even more
To have to be with somebody else
And its so hard to do
And so easy to say
But sometimes
Sometimes you just have to walk away
Walk away
With so many people
To love in my life
Why do I worry
About one
But you put the happy
In my ness
You put the good times
Into my fun
And its so hard to do
And so easy to say
But sometimes
Sometimes you just have to walk away
Walk away
And head for the door
Weve tried the goodbye
So many days
We walk in the same direction
So that we could never stray
They say if you love somebody
Than you have got to set them free
But I would rather be locked to you
Than live in this pain and misery
They say time will
Make all this go away
But its time that has taken my tomorrows
And turned them into yesterdays
And once again that rising sun
Is dropping on down
And once again you my friend
Are nowhere to be found
And its so hard to do
And so easy to say
But sometimes
Sometimes you just have to walk away
Walk away
And head for the door
You just walk away
Walk away
Ben Harper, walk away
Deixo-vos com as cores desassombradas da T. de Lempicka, as palavras brancas, sem gordura, do Eugénio de Andrade, a inspiração actual para a superação e a transcendência que nos desafia, do nadador Michael Phelps, a obra extraordinária que é a piscina olímpica de Pequim, um quadro de Fang Shao Hua, pintor chinês e com a simplicidade eficaz de Ben Harper!
nota marginal:
Acabei de deixar este comentário por aí na blogosfera...saíu assim... ora vejam o mimo da prosa: "Depois de ler as suas palavras somos remetidos para um universo de fusão corporal só possível de ser cantado por poetas e vivido por estetas!" [outra nota à margem... eu cá não me levo demasiado a sério...vocês decidam rsrsr]