Mostrar mensagens com a etiqueta blogomenagens. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta blogomenagens. Mostrar todas as mensagens

18 janeiro, 2011

100









A escala aqui é pequenina, por condição e escolha. Mas é um gosto que a Anamar, do  mar à vista, seja a 100ª "seguidora" do bnb.

05 janeiro, 2010

Blogomenagens (5)

.
O Delito de Opinião faz hoje um ano. Começou assim. Cheguei ao DO por sugestão do Carlos Barbosa de Oliveira que eu já seguia, com alguma regularidade, no Crónica do Rochedo. A minha história com o DO é uma história de simpatia blogosferica assumida. Nunca até ao DO tinha tentado perceber o que se passava nos grandes blogues colectivos. Dava a vista de olhos que entendia e ia à minha vida. Porque me liguei tanto ao DO? É que sendo uma grande superfície da blogsfera o cliente é tratado como no comércio tradicional. Isso mesmo. A cortesia dos autores, a correcção do português, a simpatia das respostas aos comentários, a variedade dos assuntos, o sério e o lúdico lado a lado, a diversidade a forma elevada como se tratam entre si e como tratam quem lá vai. Nem sempre estou de acordo com o que dizem. Mas nunca discordei do modo como o dizem. Fazem-me sentir muito bem no DO. E eu gosto muito de me sentir lá bem. Nesta idade, habituei-me a gostar do delito! :)



Parabéns aos autores. Muito obrigada a todos  pela boa companhia durante este ano. Espero que continuem por muitos mais. Um cumprimento especial para a Leonor, a Ana Vidal, a Teresa Ribeiro, o João Carvalho, o Pedro Correia, o Carlos Barbosa de Oliveira, o José Gomes André, o Sérgio de Almeida Correia, o António Manuel Venda, o André Couto e o Coutinho Ribeiro. E para a Ariel e a Maria e a Chloé ...






As flores são da Sibylle Szaggars, [S. Szaggars, interweaving their fragrances (s/ data) ], os parabéns são cantados por gatinhos e anunciados em chinês.  Tchim tchim



貓貓唱祝你生日快樂

16 julho, 2009

blogomenagens (4)


Foi o título do blog. (Inicialmente EÇA É QUE É HESSE). Pensei logo que era brincadeirinha com palavras que me assentava que nem uma luva. Imaginei-me a "inventá-lo". Espreitei, fui espreitando e durante muito tempo não disse nada. Não era só um novo blog, era um registo que eu não conhecia. Percebi que a autora era uma menina, muito mais nova do que eu. Os posts curtos, incisivos, sem papas na língua, algumas vezes longe do que eu penso, às vezes com uma linguagem que eu não uso, eram um desafio e davam-me um prazer especial. Senti-me a aprender coisas, porque vindas de um olhar muito diferente do meu. E eu gosto de poder observar uma pessoa inteligente e sensível a dizer o que sente, sem estar propriamente preocupada em ser politicamente correcta ou ir na crista mainstream. E fui andando por lá. Percebi que era tradutora, cheia de projectos noutras áreas e bastante insatisfeita com as perspectivas do país. Entretanto, e não menos importante, assisto à contagem decrescente para o nascimento do sobrinho de quem a Isa já gostava muito antes de ele nascer. Impossível resistir à sua explosão de amor, ternura e alegria. Atrevi-me a dizer-lhe que, mesmo que lhe parecesse estranho, eu estava comovida com o nascimento. Fez-me avó virtual do Joãozinho - generosidade de um coração que não complica nem precisa que tudo seja absolutamente lógico ou positivamente racional. Depois acompanhei o desmontar da casa, a venda das suas coisas através do blog, as explicações que foi dando para a sua partida, para respirar outros ares, viver novas oportunidades. O que esta sua atitude e o modo como a apresentou me fizeram pensar! E pensei muito nela no dia em foi para o Brasil. E confessei-lhe que também tinha vontade de ir. Tivesse eu menos 20 anos. E dei-lhe os parabéns pela coragem. E continuo a acompanhar a odisseia da Isa lá do outro lado, sempre descrita com humor, de forma sentida e num excelente português. E torço por ela, p'ra que tudo dê certo. E mando regularmente beijinhos para o Joãozinho, que faz hoje um ano.

Parabéns ao Joãozinho.



Tom Wesselmann - Unicef bouquet (1988)

[PS:eu não conheço a Isa pessoalmente. O que me apercebo e sinto, bem ou mal, é só através do blog, comentários incluídos. Mantém-se o que escrevi a itálico no post blogomenagens (1)]

10 julho, 2009

blogomenagens (3)

.




Cathelin, B.
bouquet rouge au pot blanc
(1972)




Em primeiro lugar reparei na fotografia do perfil: uma criança linda, numa pose e apresentação que me fez pensar que a 'dona' deveria ser mais ou menos do 'meu tempo'. Achei logo muito interessante a ideia de escolher uma fotografia assim para o perfil. Depois, já não sei exactamente como, fui-me cruzando com ela por aí. Hoje não passo sem ir ao Fórum Cidadania e, se a Carminda, sua autora, não aparece por aqui, também dou logo conta. Acompanhei a mudança de visual do blog e os posts sentidos da Carminda, as suas ausências porque sim, porque nem sempre ter horas livres significa ter tempo para escrever. Frontal e sincera, assim a vejo. Amorosa mas muito capaz de mandar dar uma volta ao bilhar grande quem ela entende que não se porta convenientemente, tendo em conta os seus horizontes sonhados. Segura e atenta, assim se deixa transparecer no seu fórum.
Gosto da música, dos poemas e das suas provocações, nomeadamente quando diz no título 'isto não é um post' e, o que nos apresenta, é um post e tanto. Habituei-me a gostar da Carminda. Ainda bem!
A Carminda faz hoje anos. Muitos, muitos parabéns, Carminda.
Vá, vamos lá dar-lhe os parabéns!


The Beatles, happy birthday to you


===========================================================================================

A Inês também faz hoje anos. Foi desta maneira que lhe dei os parabéns oa no passado.

19 junho, 2009

blogomenagens (2)





Krause, G.
stairs
(1969)
fotografia



A um ar de foi uma das principais responsáveis por eu ter continuado o blog. Amiga de quem me desafiou a começar, foi das primeiras visitantes do branco no branco. Foi a sua enorme capacidade para valorizar o que se diz e traduzir a sua generosidade esclarecida em comentários, que me estimulou, também, a retomar após uma pausa de 6 meses. A um ar de é, também, a responsável pela rubrica das senhoras dorminhocas do sábado de manhã (que já vai em 59).
A um ar de escreve tão bem e sobre modos de sentir tão profundos que os seus textos são sempre um desafio à lucidez e à capacidade de enfrentar as virtualidades da nossa natureza nem sempre acomodada, a maior parte do tempo inquieta. Textos intemporais a partir de momentos da autora, assim os vejo. Sem tibiezas nem rodeios. De frente. Sem concessões à facilidade. Muitas vezes me espantei com textos que, tivesse eu a mesma capacidade, poderia tê-los escrito, tal o grau de identificação que senti.
Habituei-me a gostar da um ar de e tenho saudades do tempo em que tinha mais disponibilidade para escrever e enriquecia a caixa dos comentários do branco no branco diariamente.
Ultimamente a um ar de tem escrito pouco. Mas tudo vale a pena no blog nem tudo o que sobe...

18 junho, 2009

blogomenagens (1)

.




Malevich, K.
red square (painterly realism of a peasant woman in two dimensions)
(1915)




Não sei quando comecei a visitar este blog. Sei que o procurei por causa dos comentários que o seu autor deixava em blogs que eu visitava. É um blog com textos plenos de uma ironia muito fina. Por vezes cáusticos, sem nunca serem vulgares. Os temas são actuais e diversificados. As ilustrações fazem jus aos textos e, por vezes, também serve muito boa música. Gosto de o ler e de pensar nas suas entrelinhas. Digam lá se poder visitar um blog assim não revela que, apesar de tudo, ainda temos bons tempos, hein?

Tive esta ideia há já bastante tempo: homenagear os autores dos blogs que visito ou que visitam o branco no branco. Imediatamente achei que seria uma pretensão e não dei seguimento à ideia. Mais tarde a ideia voltou para ir embora, quase logo, porque me confrontava com a impossibilidade de arranjar modo de homenagear todos com igual desempenho. Para a minha desistência contribuíam ainda questões pueris como a ordem pela qual o fazer, não ter uma ideia igualmente formada de todos, enfim... O único ponto a favor ainda é o facto de não conhecer pessoalmente os autores, com excepção de cinco ou seis, o que me permite alguma leveza quanto ao propósito.
Pois bem, deixei-me de coisas, de mas e de "poréns" e começo hoje. A ordem é arbitrária e o ritmo vai depender dos elementos que vou arranjando se adequarem ao que pretendo.